domingo, 30 de outubro de 2011
Sete momentos do silêncio
Sete momentos do silêncio
Sete momentos do silêncio
A dor do silencio
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Sete momentos do silêncio
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Serie de poemas "O anjo e o Demonio"
Dorme ao leito da lua.
Clara e palida em sua pureza.
Dorme nua e clara.
Na luz da brilhante lua.
Percorro meus olhos.
E não vejo.
PErcorro meus labios.
E não beijo.
Sente-lhe o toque tão afavel.
E como viver os devaneios.
Até mesmo as fitas de sedas.
Ou as correntes de aço.
Me dariam o prazer.
De lhe amarrar a mim .
E no cair da noite .
Em lua clara.
Seus sussurros.
Percorrem a escuridão lasciva.
Onde os desejos e os pecados são perdoados.
Mesmo que a noite seja infinita.
Tenho o gosto de sua pele.
Em meus labios
Tenho olhos claros a olhar pra lua.
Vejo a lua branca deitar em seu seio.
E descansar brilhante .
No colo desejado .
Em meus sonhos e devaneios
Que as vezes é anjos as vezes diabo....
domingo, 30 de março de 2008
Serie de poemas "Duas palavras uma estação"
Poema 23
Para fazer um bom poema
Não precisa de inspiração
Só apenas respiração
Para fazer algo de amor
Não precisa tanto zelo
É apenas sentimento e um pouco de dor
Para fazer chover assim
Não basta sair sem guarda-chuva
É só sair de casa e não olhar para rua
Para não fugir daqui
Tenho frases descabidas
E pessoas mais descabidas
Para se ter uma boa semana
Peço a Deus em oração
Que não me tire o coração
E que faça de meus poemas
Mais que palavras
Uma bençãosegunda-feira, 17 de março de 2008
Serie de poemas "Duas palavras uma estação"
Poema 22
Desejo lhe nua
Rapidamente
Para amar-te agora
Para amar-te sempre
Desejo-lhe o corpo
E que seja quente
Não somente suas pernas
Como seus lábios ardentes
Desejo-lhe a alma
Puramente entregue
Que seja porque me amas
Mas que seja eternamente breve
Desejo-lhe toda
E mais por completa
Sem mesmo com leve pudor
Mesmo que amar seja com dor
Hei de te ter em meus braços
Mesmo que seja apenas um conto
No intimo de seu ser atordoado com meu ser
De ser em ti o amor vivo e impossível serdomingo, 9 de março de 2008
Serie de poemas "Duas palavras uma estação"
Poema 21
Eis que amo mulher ingênua
A tênue face que felicita o mundo
Pura e clara
Que ingenuidade a minha amá-la
De corpo lascivo
Andar exuberante
Não foste a primeira a ter meu amor
Mas gostaria que foste a ultima
Ingenuidade tola
Acreditar em promessas bobas
Que teu olhar só seria meu
Que teu corpo prazeroso
Fostes um dia minha
Corre a fúria de meus ímpetos
E afunda meus desejos
Quanto mais te quero longe
Mais prazer em seu corpo vejo
Não é mais ingênua menina
Onde cantavas com voz fina
Hoje dormes em cama macia
No calor de meu peito
No rubor do desejo
Na fonte dos lábios
Na penumbra noite
Dorme anjo
De traços sutis
De curvas tão frágeis
De olhos tão visSerie de poemas "Duas palavras uma estação"
Poema 20
Todo amor que valha
Tem um certo medo
Tem um doce mel
Enquanto, escorre o fel
Todo amor é triste
Algo, que ninguém resiste
Dor que mata e faz chorar
É a mesma alegria de te amar
Todo amor é sensual
Algo mais que natural
Desejar-te toda nua
E amar-te
Todo amor é impossível
O que o torna mais incrível
Pois é tanto que te amo
E o porque, que eu luto tanto
Sim amo-te por ser amante
Não por seres bela
Nem pela boca doce
Amo-te por serdes minha
E por isso te amo em prantos
Deixo te ir amor
Pois pra mim. vida é amar-te a qualquer preço
Amar você em meu travesseiro
Ou na cama de terceiros
Esse amor que não acaba
Ele morre e nasce
Me ama e me mata
De alegria
De tristeza
De amor
E de saudade
Esse é todo amor que valha
Só merece teu canto
Um poema canalha
E todo meu pranto
Não se seduz a alma com o corpo
Para isso tem que ter leveza
Para seduzir a alma tem que ser cântico
Não basta ser romântico
Tem que ser verdadeiro
Para seduzir a alma tem que se ter rima
E um pouco de paixão
Mais que uma arte fina
Não basta o desejo ínfimo
Que o corpo sucumbe aos vícios
Deve-se ter clareza
Pois o amor da alma é de certeza
O mais valioso entre todos amores
Para seduzir-te a alma
Perco minha vida inteira
Perco meu sono e a calma
Para seduzir-te a alma
Falta-me gesto
Falta-me fôlego
Sobra me amor e desejo
Para seduzir a alma
Escrevo minhas misérias
No vazio
No silencio
Para seduzir-te a alma
Clara e singela
Entrego te a minhaterça-feira, 4 de março de 2008
Serie de poemas "Duas palavras uma estação"
Poema 19
Todo amor é descabido
Intenso amor
Que surge no improviso
Tão carnal quanto divino
Não foi a primeira vez que me perdi
No teu olhar no seu sorrir
No pequeno segundo
Procurava a eternidade
De ter-lhe por um momento
Desejar-te na eternidade
Sucumbir aos seus encantos
Afagar-lhe contra o peito
Ver em tua alma
Algo alem dos meus desejos
De modo rápido roubar teu fôlego
Para ter seu sorriso
Só mais uma vez.
Serie de poemas "Duas palavras uma estação"
Poema 18
Não é de agora que te amo
Nem poderia ser
Se te conheço a tão pouco
E não é difícil te querer
A chuva fria não traz teu perfume
O gélido ar não lembra seu toque
E o vazio do inverno não se ouve seu sussurro
Na espera inquietante do meu amor singelo
Te prometi eternamente o meu amor
Tão pobre e frágil
Tão grande e cheio de dor
Mas eternamente teu
Beijar-lhe a rosa nua
E perfumar os meu ares
Desejar-te inteira lua
E amar-te em fina arte
Dorme pálida no peito ardente
De paixão enorme e coração temente
No sono calmo que o anjos te levam
Depois de pecar no amores terrenos
Beijo tua face em leito
Em quanto dormes fico admirar
O desejo retornar ao peito
Mais uma vez em minha cama te amardomingo, 24 de fevereiro de 2008
Serie de poemas "Duas palavras uma estação"
Poema 17
Em baixo da luz da pequena vela
A bruxuleante luz a iluminar o amor
Minha mão desliza sobre o corpo nu
Tão suave quanto a luz que paira sobre o casal
Não é só o desejo que me prende a atenção
É admiração
Aos poucos ouço musica
Cada suspiro é uma nota
Cada beijo um refrão
Deslizar os lábios meus
Na boca tua
Beijar-lhe o corpo inteiro e tocar a alma nua
A luz treme como o casal
O calor os possui assim como o desejo
Antes mãos suaves agora seguram firme
Antes o beijo delicado agora mordidas não escapam
Nada existe alem da luz bruxuleante da vela
E debaixo da vela nada alem de amor
O prazer os consome
E o desejo os abraça
Por mais uma noite
Foram amantes
Por mais uma noite
Foram amados
Serie de poemas "Duas palavras uma estação"
Poema16
Poderia passar horas a te admirar
Poderia passar noites a te olhar
Impossível não te querer
Irresistível não te amar
Não é possível ficar sem teu ar
Sem teu perfume
Sem teu olhar
Te dar mais um beijo antes que eu me vá
Em tarde fria, a saudade acorda
E nem lembranças existem na cama vazia
As marcas de corpo não saem
E o desejo só aumenta
Tão perto meu olhar
E tão longe te tocar
No incansável poema que se escreve
Na pouca lucidez do amor
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Poema 15
Impossível resistir aos seus lábios
Os meus olhos ao se encontrar com o seus se perdem
Não ouso tocar-te a pele branca
Nem lhe beijar a face tenra
Para não acordar meus desejos
No entanto aguardo o toque
De mãos leves e delicadas
Tão perfeita quanto um anjo
E tão maliciosa quanto um gato
Percorro os dias fugindo de ti
E te desejando ao mesmo
Na eterna luta contra meus medos
Absorto em pensamentos
E lembranças de seu sorriso
Impossível não desejar-te
Mais impossível é tela
Nesse tormento prazeroso
De sedução e sonho
Entre ímpetos errôneos
De sentimentos incertos
Sucumbir ao mistérios
Possuir o impossível
Te ter por momentos
Ou perde-la no infinito
Poema 13
Porque me segue o amor?
Amor impossíveis
Amores tão trágicos
Amores tão belos
Porque me acorrentas ao amor
Não pelo corpo
Nem coração
Me acorrentas na alma
Porque me negas o amor
Por que dessa emoção
Fatídica e platônica
Cansativa de eu mesmo
Perpetua o sangue que escorre
De meu peito
Por amor sangrar
De forma lasciva
Que destino é esse
Que me tem em mãos
Jogado as dores da vida
E do amor que me segue incansavelmente.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Serie de poemas "Duas palavras uma estação"
Poema 12
O medo que corroe
A alma com medo se perde
Em desespero atormentada se perde
Em atos impensados desmancha-se
Foge do que é incerto na certeza da tristeza
Incerto é o amor todo sempre
Incerto é o desejo disparate
Tão certo é o tédio da mentira
Seca e nua a si mesmo
O medo de se descobrir verdadeiramente livre
O medo de viver verdadeiramente
Este é o medo
Trazes de longe
Nos cabelos
Face triste do medo enraizado
Foges do ser
Foges do inconstante da vida
Foge apenas...
E o medo perpetua infelicidade
Tornando parte de tua carne
Tornando marcas
Até quando nua
Mentir a si mesmo
E fugir de medo.
Serie de poemas "Duas palavras uma estação"
Poema 10
Só resta a falta de ar
O abafado do quarto
E a pesada umidade
Não era tão simples
E amar não é tão fácil
As janelas embaçadas
Tão cegantes quanto coração
O calor entorpece
Como droga letárgica
O desejo embriaga
De gosto doce
E toque tão cálido
Acorrentado ficam os corpos
Um ao outro
Entrelaçados
Num suor quente e um tanto viscoso
O calor paira sobre essa cama
Silenciosamente sobre os corpos nus
O coração bate alto
Tão alto que parece ser o único ruído
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Serie de poemas "Duas palavras uma estação"
Poema 11
E no denso e úmido quarto
Restam dois corpos
Um certo úmido
Outro mais pálido
Teve mais um beijo
Um olhar passado
O toque tremulo
Um suspiro espaçado
Um grande amor começando
Um pequeno encontro ao acaso
Um amor acabando
De certo um romance devasso.
Serie de poemas "Duas palavras uma estação"
Poema 10
Só resta a falta de ar
O abafado do quarto
E a pesada umidade
Não era tão simples
E amar não é tão fácil
As janelas embaçadas
Tão cegantes quanto coração
O calor entorpece
Como droga letárgica
O desejo embriaga
De gosto doce
E toque tão cálido
Acorrentado ficam os corpos
Um ao outro
Entrelaçados
Num suor quente e um tanto viscoso
O calor paira sobre essa cama
Silenciosamente sobre os corpos nus
O coração bate alto
Tão alto que parece ser o único ruído
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Serie de poemas "Duas palavras uma estação"
Poema 9
Percorro com cuidado os lábios na pele nua
E na pele nua os lábios procuram a boca tua
As mãos que seguravam com força não sentia
O tremor da pele e da paixão que havia
O suor da paixão se mostrava
A cama antes seca molhada estava
Mas a umidade apenas suavizava
O calor que na paixão dos dois havia
Passam-se minutos
E os dois suspiram incansáveis
O amor não passava
A cada suspiro e gemido, mais se amava
Eterno amor inacabável
Que mais se ama
Mais se quer amar
Pode ser na cama do quarto ou em qualquer lugar
Serie de poemas "Duas palavras uma estação"
Poema 8
Não é uma historia trágica
Hoje, amar é uma coisa rara
Não deixaste mais o teu perfume em mim
Mas deixou na alma a marca
Foi mais que o poema que me trouxe você a mim
Foi o encanto uma suave pintura em carmesim
No entanto me deixas ao pranto
Deixas-me com saudades sem fim
Em quanto escrevo sobre seu sorriso tenro
O seu canto se desmancha em mim
Durma mais uma vez em minha cama
Amanhã não será mais assim
Sonhe mais uma vez comigo
Deixe seu perfume em mim
Enquanto a alma marca
O amor em mim nunca acaba
domingo, 25 de novembro de 2007
Serie de poemas "Duas palavras uma estação"
Poema 7
Tão distante a rosa clara
Tão distante o amor afaga
No instante seu perfume deixa
No outro sua boca marca
Tão distante seus olhos choram
Tão distante sua boca treme
No instante quero que me ame
No outro quero que me deixe
Tão distante fico a sua espera
Tão distante a tristeza mata
No instante seu desejo arde
No outro seu gemido cala
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Serie de poemas "Duas palavras uma estação"
Poema 6
Devoro-te o corpo nu
Não por amor
Pela fome que a paixão me traz
De seu corpo
Deslizar os lábios em seu ventre
Sentir a sutileza de seu corpo
Ouvir nos seus gemidos a entrega
Devora-me com a mesma fome
Não por que me amas
E sim por que a paixão da fome
E a fome do meu corpo ao seu
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Serie de poemas "Duas palavras uma estação"
Poema 5
De que vale o amor então
Se não é tratado com tal zelo
Deixa de amar pelo medo
De que vale o amor então?
De que vale meu coração
Se em tua mão não posso deixar
Mais vale parar de batê-lo
Ou talvez no lixo entregar
De que vale meu corpo
Se não é para teus olhos admirar
Se tuas mão não são as que tocam
Não hei de um corpo mais precisar
De que vale minha alma impura
De romances e desejos enraizar
Se de minha alma com a tua não está mais junta
Então sem alma sem paz irei ficar
De que vale o amor então?
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Serie de poemas "Duas palavras uma estação"
Poema 4
Não suspire agora,
A eternidade de um suspiro a outro
Corre o sussurro de meus desejos em teu corpo
Por mais um suspiro e outro
No seu suspirar acelerado
Procurar os lábios secos de paixão
E matar a sede, em seu corpo rubro
Não amar mais que um minuto
E viver em eterna paixão
No revolto desejo
Não mais de amor caíram
Mais que o primeiro beijo
Mais que uma simples tensão
Foge de mim o desejo
Num ultimo suspiro, a ultima canção.
Perco meus olhos em teus olhos
Tua boca a procurar
Somente sonhos ou devaneios
Mais uma noite para te amar
Perco meu corpo no seu corpo
Perco minha alma no te desejo
Apenas seus olhos para me fazer chorar
Hei de ter a ti por mais uma noite
Por mais uma noite se perder em ti
Por mais uma noite hei de sonhar
Não mais que um sonho de poder te amar